CLARA NUNES, ESSA TAL GUERREIRA
AGORA NA VISÃO DE DEOLINDA VILHENA Clara Nunes, a tal guerreira ou um musical que pode ser visto como uma reza, um ritual Foto: Edgard Machado Esperei 41 anos para ver Clara Nunes ser homenageada da maneira que sempre sonhei. E após a estreia, no dia 2 de agosto de 2024, no Teatro Bravos, de Clara Nunes, a tal guerreira , musical dirigido por Jorge Farjalla, precisei esperar quase dois meses para ser capaz de escrever sobre o que vi, mas acima de tudo sobre o que vivi. O que vocês lerão aqui não é uma crítica, não sou, nunca fui e jamais serei crítica de teatro. Deixo isso para o Dirceu Alves Jr que, recentemente, escreveu lindamente sobre o espetáculo. Nem um ensaio, nem um artigo, que um blog não é lugar para isso, e mesmo tendo todos os títulos exigidos pela academia, quem vos escreve aqui é a mulher de teatro que sou desde dezembro de 1976, já lá se vão quase 50 anos. E mais do que essa mulher de teatro que sou, portadora de uma carteira do Sindicato dos Artistas e Técnicos em...